Mundo ficciónIniciar sesiónO QUE O CONTRATO DISSE QUE EU NÃO OUVI
O silêncio no escritório de repente pesou uma tonelada.Os quatro assessores jurídicos tavam congelados nas cadeiras ao redor da mesa longa. Ninguém respirava. Ninguém ousava mexer um músculo. O olhar do Vincent continuava cravado em mim, frio, sem um traço de surpresa no rosto.Ele não olhou para os homens. Não levantou a voz. Só soltou uma palavra, seca e letal, no meio daquela tensão que já tava esmagando o meu peito.— Fora.






