CAPÍTULO 22

O PAI QUE EU PRECISAVA SALVAR

O carro parou diante de um portão de ferro que parecia pesado demais para uma simples casa de campo em Itu. O motorista do Vincent, um homem que raramente piscava e nunca falava, apenas acionou o controle. Entramos.

​A propriedade era bonita, do tipo que sai em revista de arquitetura, mas o brilho das cercas elétricas nos muros altos estragava a estética. O Vincent não tinha libertado o meu pai; ele tinha apenas mudado o endereço da custódia.

​Desci do carro e s
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