Ela respirou fundo, a voz fraca quase num sussurro:
— Me mata seu asqueroso…
Ele riu baixo, um riso sem alegria.
— Te matar? Não, granfina… Já te falei que te matar seria livramento. E livramento tu não merece.
Se inclinou, ficando perto do ouvido dela.
— Tu vai pagar cada segundo. Vai pagar por cada lágrima que fez alguém chorar. E vai pagar acordada.
Isabela mordeu o lábio, tentando não desabar.
— Mas hoje… — ele endireitou o corpo — Hoje tu vai tomar um banho. Não é por pena, não. É porqu