Algumas horas se passaram.
Lá dentro, Celina permanecia dormindo, mas viva. Os monitores já não gritavam como antes. O pulso havia estabilizado, a pressão controlada com medicação intravenosa. Seu corpo ainda estava fraco, vulnerável, mas lutando.
Thor foi autorizado a entrar novamente por alguns minutos.
Quando ele entrou, a enfermeira o guiou até o leito. Celina estava ali, viva. Cada bip do monitor era uma pequena vitória.
Thor sentou-se ao lado da cama. Pegou a mão dela com cuidado, a emoçã