A mãe de Zoe respondeu:
— Obrigada querida. Eu vou deixar vocês sozinhas. Mas, Zoe... meu amor... comer também é se cuidar. E eu sei que você tem essa força aí dentro. — Ela acariciou o rosto da filha e, antes de sair, beijou a testa de Celina. — Cuida dela, gravidinha. E se cuida também.
Quando a porta se fechou, Celina se aproximou com o prato de sopa nas mãos. Sentou-se na beira da cama e tocou o ombro de Zoe.
— Amiga... olha pra mim.
Zoe demorou, mas finalmente virou o rosto, os olhos mare