Rodrigo fechou a porta do quarto com o pé, seus olhos escurecidos de luxúria varrendo o corpo de Lua como labaredas. Quando seus lábios encontraram o pescoço dela, a sua memória daquela primeira noite explodiu em seus sentidos — a pele macia como pétalas, o perfume floral que assombrou seus lençóis por anos, agora real, intoxicante, então lhe provando novamente que ele foi um completo idiota, afinal Hanna jamais mateve tal perfume.
— Sonhei com esse cheiro… — ele sussurrou contra sua pele, enq