Já sentindo os efeitos do álcool em meu corpo, levantei-me do banco e acompanhei Charlotte até o pequeníssimo espaço reservado para a dança dos clientes. Esbarrávamos uns nos outros e ríamos disso. A música explodia em nossos ouvidos, a vibração da melodia me arrepiava da cabeça aos pés, o ambiente pouco iluminado me instigava.
Eu dancei como há longos meses não dançava.
Aproveitei ao máximo.
Desfrutei da deliciosa sensação de liberdade, mesmo que ela fosse momentânea. Não me preocupei com fars