Fernando
— Liz… — dei um passo na direção dela.
— Eu vou…
A voz dela estava trêmula.
— Eu preciso ir.
— Não, você não precisa. Você não está bem.
Liz segurou meu braço com delicadeza e uma determinação.
— Ela é minha irmã… Eu não posso deixar que outra pessoa faça isso por mim.
— Liz…
— Por favor…
Eu olhei para o meu pai e depois voltei para ela e vi que não era só dor. Era a necessidade de um encerramento.
— Então eu vou com você.
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No banco de trás do carro eu mantinha a Liz abraçada co