Samanta
O braço do Erick deslizou ao redor da minha cintura de forma firme e protetora. Saímos da casa em silêncio. A noite estava muito fria, mas ainda assim mais leve do que o ambiente lá dentro. Caminhamos pelo jardim iluminado até o carro.
— Erick! — A voz do Frederico ecoou atrás de nós.
Parei automaticamente, enquanto Erick soltava um suspiro irritado.
— Meu pai como sempre está vindo para justificar os atos da minha mãe.
— Espera!
Ele parou e virou-se para o Frederico que se aproximou de