Lizandra
— Fernando… — pedi num sussurro, com a voz trêmula. — Por favor… para com isso.
— Você sabe que não é isso que você quer… — disse baixo no meu ouvido. — Você sente tanta saudade quanto eu.
Meu corpo traia o que a minha razão tentava sustentar. Senti os lábios dele tocando o meu pescoço com delicadeza. Beijos leves mas intensos demais para o meu estado frágil.
— Não é justo… — ele continuava falando. — Não é justo ficarmos tão perto… e ao mesmo tempo tão distantes.
Fechei os olhos senti