Dafne parecia alheia sobre tudo. O que ela imaginava que aconteceria? Que eu bancaria o idiota, como banquei durante toda sua gravidez? Com aquele resultado em minhas mãos, tudo mudava.
— Claro, Hugo. Sobre o quê? — Ela parecia despreocupada. Então joguei o envelope na mesa de centro diante dela.
— Sobre isso.
Dafne olhou para o envelope, então de volta para mim, um sorriso surgindo em seu rosto, como se ela já esperasse por aquilo.
— O resultado do exame de DNA. Eu não sou o pai do seu filho,