Elijah
Eu dirigi pela cidade, cego de fúria. Não pela ameaça ridícula daquele homem no bar, mas pela minha própria reação. Eu a agarrei. Eu a arrastei para fora como um selvagem, na frente do meu Diretor de Operações e da amiga dela. Eu, o homem que prezava o controle acima de tudo, tinha agido puramente por instinto possessivo.
O carro era silencioso, mas o barulho na minha cabeça era ensurdecedor.
— Você não tinha o direito de fazer isso — a voz de Mia, finalmente. Estava trêmula, mas carr