SAVANNAH SINCLAIR
Quando as portas do elevador privativo se abriram no último andar, a primeira coisa que ouvi foi a gargalhada de Noah.
Parei diante da porta da cobertura, ainda segurando a bolsa contra o corpo. Meu peito apertou imediatamente, e precisei respirar fundo antes de tocar na maçaneta.
Empurrei a porta devagar.
A sala estava banhada pela luz dourada do fim da tarde, e tudo parecia exatamente como deveria. No centro do tapete, Noah estava sentado entre dezenas de peças colorid