Os meses que se seguiram foram uma batalha lenta e dolorosa. A presença da psicóloga na mansão tornou-se uma constante presença, quase uma sombra gentil que rondava os dias de Amy. O progresso era lento, às vezes imperceptível, mas, aos poucos, ela começou a mostrar pequenos sinais de vida. Primeiro, seus olhos não estavam mais vidrados; ela os movia, fixando-se em pequenos detalhes da sala, ou olhando pela janela para o céu. O silêncio ainda reinava, mas a sensação opressiva começava a se diss