Giulia não fazia ideia de há quanto tempo estava correndo.
Minutos, horas, talvez as duas coisas.
Naquela altura, tudo parecia igual. A escuridão, as árvores, os galhos e o medo tinham se transformado em uma única coisa. Ela apenas continuava avançando, colocando um pé na frente do outro, porque parar significava pensar. E pensar significava entrar em pânico.
Os galhos arranhavam seus braços sempre que tentava atravessar a vegetação mais fechada. Os pés doíam. As pernas pareciam cada vez