Giulia estava corrigindo exercícios entre uma aula e outra quando o celular vibrou sobre o piano.
Ela olhou rapidamente para a tela.
E sorriu.
Laura.
Atendeu imediatamente.
— Oi.
— Você tá ocupada?
— Considerando que uma criança acabou de transformar “Parabéns Pra Você” em jazz experimental, talvez.
Laura gargalhou.
— Senti saudades disso.
— De crianças desafinando?
— De você sendo professora.
Giulia sorriu.
Porque era bom.
Conversar com Laura estava começando a voltar a ser norma