O escritório de Alessandro permanecia parcialmente iluminado pela luz baixa da cidade entrando pelas enormes janelas de vidro.
Já passava da meia-noite.
Mas ele não conseguia sequer cogitar dormir.
A gravata já tinha desaparecido fazia horas, os primeiros botões da camisa estavam abertos e um copo de uísque permanecia praticamente intocado sobre a mesa.
Porque, pela primeira vez em muitos anos, Alessandro não conseguia organizar os próprios pensamentos.
E aquilo o irritava profundamen