117. Amor, Riso e o Restaurante Mais Caro da Cidade
Como eu não podia simplesmente jogá-lo contra o banco traseiro do carro e beijá-lo até ele perder o fôlego — o que seria meu plano ideal, diga-se de passagem —, fiz a única coisa que parecia apropriada: lembrei-lhe de algo que precisava ser dito.
— Eu te amo, Alexander. De verdade. Eu te amo tanto que às vezes me assusta.
Ele parou de me olhar como quem estava tentando decifrar algum enigma complicado e, pela primeira vez em horas, seus lábios se curvaram num sorriso genuíno. O humor dele m