CAPÍTULO NOVE: A ESPERANÇA
Alice Collins.
O relógio na minha mesinha de cabeceira marcou exatamente nove horas, o momento em que o silêncio oficial da mansão tomava conta de cada canto. Mas no meu quarto, a paz era a de um campo de batalha recém-abandonado. Os brinquedos dos gêmeos estavam espalhados pelo tapete persa, e as risadas de Aiden e Matt ainda ecoavam entre as paredes de mogno.
Eu não suportava a ideia de jantar com meus pais depois da confrontação da tarde. A tensão estava tão pesada