Ana Kelly Narrando
Ele me puxou pela cintura com aquele jeito possessivo que só ele tem, me fazendo colar no peitø quente e úmido dele.
— Eu ainda tô tentando acreditar que você tá mesmo aqui… — ele murmurou, encostando a testa na minha.
— Pois acredita. Porque eu vim pra te lembrar quem é que dorme do teu lado todas as noites.
O sorriso dele foi lento, cheio de admiração. As mãos deslizaram pela minha cintura, me apertando como se quisesse confirmar que eu era real. Nos beijamos devagar no in