No quarto de hóspedes na mansão Mancini, a atmosfera era pesada. Vittoria segurava as mãos de Francesca, frias como duas pedras de gelo. Francesca mantinha os olhos vermelhos, transbordando lágrimas que caíam sem pressa.
A indignação que queimava no peito de Vittoria, contudo, não era apenas subproduto da empatia pela dor da amiga. Era egoísmo puro. Era o orgulho ferido da linhagem Mancini. Enzo havia cruzado todos os limites aceitáveis naquela tarde. O estalo seco do zíper das malas dele ainda