Ofegantes, encostei a testa em seu ombro, recuperando o fôlego, enquanto suas mãos subiam e desciam por minhas costas, passando as unhas e causando mais ondas de choques em meu corpo.
Afastei-me um pouco, olhando para ele, que sorria como uma criança que acabara de ganhar um doce.
— E agora? — Perguntei nervosa, recobrando a consciência do que acabáramos de fazer.
— A gente se recupera e faz mais vezes. — Tomando meus lábios, Patrick nos ergueu ainda dentro de mim, conduzindo-nos para a escada