VICENTE LANCASTER
Isadora me encarou com aquele ódio fervendo nas pupilas, mas no fim se rendeu.
Assim que ouvi o som da água do chuveiro caindo, abri a porta do quarto e fiz um sinal para a empregada que já aguardava no corredor com um balde e produtos de limpeza.
— Limpe essa bagunça no chão. Rápido e em silêncio — ordenei, apontando para a comida e os cacos.
A mulher assentiu de cabeça baixa e começou a recolher tudo rapidamente. Em poucos minutos, o quarto estava limpo novamente. Expuls