VICENTE LANCASTER
Sentado no escritório, com apenas a luz do abajur acesa, eu encarava os papéis sobre a mesa. Era o contrato de casamento original que a família Villanova fez três anos atrás. Meus olhos continuavam presos na Cláusula 14.
Aquele era o melhor seguro de vida de Isadora. A garantia de que, se eu pedisse o divórcio, ela sairia com dois milhões de dólares e uma pensão generosa. Era a prova definitiva de que ela não passava de uma aproveitadora.
Mas a cláusula estava alterada.