ISADORA VILLANOVA
Beijos preguiçosos subiam pelo meu abdômen, quentes e suaves. Abri os olhos devagar. Senti o sorriso se formando nos meus lábios antes mesmo de conseguir focar o rosto dele.
— Boa noite… — murmurei, com a voz rouca de sono.
Henrique levantou o rosto e me deu um sorriso torto. Seus olhos verdes brilhavam com malícia.
— Boa noite, Isa. Dormiu bem?
— Depois do que você fez comigo? — respondi, rindo baixo. — Acho que dormi como uma pedra.
Ele riu também. Depois baixou a cabeça de