Maya narrando
O dia amanhece com uma luz suave invadindo o meu antigo quarto no Brooklyn. Quando abro os olhos, não sinto aquela névoa pesada de sono e nem a náusea violenta que transformou a minha última noite na ilha em uma tortura. Pela primeira vez em dias, acordo com uma sensação de paz absoluta. O peso de Manhattan parece não conseguir cruzar a ponte quando estou sob o teto da minha mãe.
Levanto-me da cama e caminho até a cozinha, onde encontro minha mãe, organizando alguns potes sob