POV Emília
Declan segurava o papel com tanta força que os nós de seus dedos ficaram brancos, quase da cor da seda de Mia. Ele não piscava. Seus olhos devoravam cada traço frenético de giz de cera vermelho que Téo havia depositado sobre o ventre daquela mulher desenhada.
O silêncio na biblioteca era pesado, carregado pelo cheiro de uísque e pelo eco das palavras perturbadoras que Liam acabara de soltar antes de fugir.
— Declan... — chamei baixinho, dando um passo em sua direção. — O que es