Ponto de vista de Rosalie
Acordei às seis da manhã.
Lucy ainda estava dormindo. Eu conseguia ouvi-la pela babá eletrônica, sua respiração lenta e regular, o sono profundo de uma criança que havia passado o dia numa festa de aniversário, comendo bolo e glacê e brincando de dinossauros com os amigos durante seis horas. Ela dormiria pelo menos até as oito.
Levantei-me silenciosamente.
Preparei café. Café de verdade, seguindo aquele ritual matinal tão característico: a chaleira, o pó de café, a