— Vamos parar com a palhaçada e fazer logo essa porra desse exame de uma vez? — o meu pai interrompe, a voz de autoridade cortando o bate-boca infantil.
— Por favor. Quanto mais cedo resolvermos isso, melhor — a Alice concorda, mantendo a postura serena e elegante.
Caminhamos em grupo até o balcão principal. A recepcionista — uma loira de jaleco justo demais que ostenta um crachá escrito "Letícia" — ergue os olhos e me mede dos pés à cabeça com uma lentidão quase indecente.
— Viemos fazer a col