Abro a porta para descer, mas ele puxa meu cabelo.
—EU NÃO MANDEI SAIR, FILHA DA PUTA! MISERÁVEL! — ele grita, com a voz descontrolada. — VAMOS TER UMA CONVERSA!
—Eu acho que estou bebendo — digo, com a voz trêmula. — Acho melhor conversar outra hora.
Ele me dá um tapa no rosto. Sinto minha face formigar de dor.
—O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA? É MERDA? — ele grita, com a voz rouca.
—Não grita! — respondo, com a voz firme. — Quer saber? Não aguento mais isso. Não sou seu saco de pancada, nem uma vadi