Mundo de ficçãoIniciar sessãoAquilo foi o limite. Yulian esqueceu que estava nu, esqueceu a dignidade ferida e a própria maldição. Ele avançou com a velocidade de um raio, seus pés descalços mal tocando o cascalho. Antes que Ária pudesse reagir, ele a envolveu pelos braços e a prensou contra o tronco rugoso de uma árvore antiga.
O riso dela morreu instantaneamente.
O impacto foi firme, mas o que realmente roubou o ar de seus pulmões foi o contato. A pele dele, ainda úmida e quente do sol, pressionava-se contra as roupas molhadas dela. Ária sentiu cada linha dos músculos abdominais de Yulian, a firmeza de suas coxas e o calor vulcânico que emanava de seu peito. Ele apoiou as mãos no tronco, de cada lado da cabeça dela, cercando-a completamente.
— Você está rindo de mim? — ele sussurrou, a voz agora perigosamente baixa, o rosto a centímetros do dela.







