O caminho até a porta principal parecia maior do que eu lembrava. Cada passo ecoava na entrada silenciosa, e meus sapatos simples soavam deslocados contra o chão de pedra limpa. A mansão estava diferente — mais rica, mais viva, mais intocável. E eu, ao lado daquele homem de preto, me sentia pequena. Invadida por uma mistura sufocante de lembrança e vergonha. Por um momento, me perguntei se ele sabia quem eu era. Se sabia que, algumas noites atrás, eu entrei ali escondida, como uma ladra. Agora