Toc.
Toc.
Toc.
As batidas ecoaram pelo apartamento como um aviso sombrio.
Ninguém se moveu.
Ninguém falou.
Aurora continuava diante da porta, olhando pelo olho mágico.
Lavínia permanecia do outro lado.
Imóvel.
Com aquele sorriso estranho.
Vazio.
Assustador.
Parecia alguém completamente diferente da mulher que um dia usou lágrimas e fragilidade para manipular todos ao seu redor.
Agora não havia lágrimas.
Não havia atuação.
Havia algo muito pior.
Obstinação.
Uma obsessão que já não tentava se esc