Eu me tranquei no banheiro, esperando que Zade me deixasse em paz, mas ele ficou ali por horas. Eu não entendi por que ele se importaria se eu estivesse com raiva ou achasse que ele fosse um monstro. Ele era o braço direito de um babaca da máfia.
“Vamos logo, Les, abra essa porta”, Zade implorou.
“VAI EMBORA”, eu gritei de volta. “E não me venha com apelidinhos”, acrescentei.
“Nan, não vou a lugar algum, e eu posso ficar aqui o dia todo”, ele respondeu.
“Eu virei meus olhos, claramente cansad