POV CALEB
Meus dedos apertaram os lençóis, os nós dos dedos ficando brancos. Eu podia sentir o cheiro dela na minha memória, podia lembrar do toque suave de sua pele contra minha língua. Mesmo após dias, mesmo depois de incontáveis banhos, de noites em claro tentando sufocar essa lembrança. Ela estava embaixo da minha pele, dentro dos meus ossos. Como uma maldição que eu mesmo cravei em minha carne.
O desejo de tê-la, de senti-la de novo, me consumia como uma febre que não passava. Mas o medo do