POV Hunter
O despertador do celular de Alana nem precisou tocar. Meus olhos se abriram exatamente às seis da manhã, quando a primeira luz cinzenta e fria de segunda-feira começou a forçar as frestas das cortinas da ala máster. O filme de suspense na TV já havia saído do ar, substituído por uma tela preta e estática que jogava um reflexo pálido sobre o quarto. O cheiro de baunilha, amêndoas e sexo pesado ainda estava impregnado nos lençóis de algodão egípcio, mas o clima no quarto mudou no segu