Capítulo 62 — A grande Alana Dumont, toda poderosa de dia, gemendo no meu pau de noite.
POV Hunter
O nó ainda pulsava dentro dela, travando nossos corpos juntos enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Alana estava mole contra mim, o corpo marcado pelos meus tapas, mordidas e pelo couro das algemas. O cheiro dela — suor, sexo, jasmim e o leve amargo residual do Acônito — me deixava completamente louco. Ragnar uivava dentro do peito, exigindo mais. Sempre mais.
Eu não tinha terminado. Nem de longe.
Com cuidado, mas sem delicadeza, segurei suas coxas e me levantei da cama com ela ain