POV Alana
A luz cinzenta da manhã de domingo começou a cortar as frestas da pesada cortina de linho, iluminando a destruição silenciosa da minha suíte. Abri os olhos devagar, sentindo cada centímetro do meu corpo cobrar o preço da selvageria da madrugada. Minhas costas estavam coladas ao peito de Hunter, e o braço pesado dele continuava jogado sobre a minha cintura, prendendo-me contra o seu peito como uma âncora protetora.
Olhei para o chão. Os pedaços rasgados da camisola de seda preta eram