Helena permaneceu encarando Rafael Gomes sem conseguir dizer uma única palavra. Sua mente tentava desesperadamente encontrar algum sentido naquilo que tinha acabado de ouvir.
Ela lembrava da mãe, do dia em que acreditou tê-la perdido, da dor que carregou durante vinte e um anos e de como foi aprender a viver sem ela. Agora, de repente, um homem que ela odiava dizia que Cristina estava viva.
As pernas deixaram de sustentá-la e ela caiu de joelhos diante dele, não porque lhe faltassem forças,