Aos poucos, Vitória começou a sentir o que existia ao seu redor outra vez.
Primeiro veio o abraço.
Braços apertados ao redor dela, fortes o suficiente para não deixá-la escapar. Depois vieram os tremores. A pessoa que a segurava chorava tanto que o corpo inteiro estremecia a cada soluço.
Vitória ainda não tinha aberto os olhos, mas reconheceu aquela sensação antes mesmo de reconhecer a voz.
Sofia.
— Por favor... volta, tá?
A voz chegou distante, falha, quebrada pelo choro.
— Não importa