Vitória não abriu os arquivos de imediato. O celular ainda estava na mão, a tela acesa, o e-mail aberto, mas os olhos parados sobre aquelas linhas como se o simples ato de tocar nos anexos fosse suficiente para mudar alguma coisa que ainda não tinha nome. A respiração vinha irregular, não por cansaço, mas por antecipação, e foi só depois de alguns segundos — ou mais — que ela finalmente tocou no primeiro arquivo.
A tela mudou, revelando uma sequência de imagens — fotos que, no começo, não pare