Levei ela para o quarto sem soltar o corpo dela. Cada passo parecia pesado demais.
Quando sentei na cama, puxei ela devagar para perto, olhando nos olhos dela como se ainda pudesse voltar atrás.
— Quer parar…?
perguntei, a voz mais baixa do que eu queria. Ela balançou a cabeça, quase tremendo.
— Não… Eu só… nunca fiz isso…
Aquilo me atingiu, mas já era tarde.
Passei a mão pelo rosto dela, pelo pescoço, pelos ombros, com cuidado.
— Então vai ser do jeito que você quiser… Eu não vou te m