Afastei as cobertas, colocando os pés no chão frio. Cada passo era deliberado demais para alguém que deveria estar tremendo, mas eu precisava me mover. Precisava respirar fora dali.
Abri a porta e percebi que o corredor estava vazio quando saí, as pedras frias raspando a sola dos meus pés. Eu não deveria estar ali, mas o sono tinha me abandonado depois do pesadelo que ainda se repetia na minha cabeça.
Eu só precisava de um pouco de leite gelado, depois voltaria para o quarto e me obrigaria a do