Mas quem entrou não foi Rose, nem qualquer outro funcionário.
Foi Romeo.
A presença dele ocupou a cozinha antes mesmo que a porta terminasse de se abrir por completo. Os passos eram firmes, conhecidos, carregando uma autoridade que não precisava ser anunciada — e, ainda assim, havia algo diferente ali. Menos automático. Mais atento.
Meu corpo travou por um segundo. Não por medo imediato… mas pelo timing, porque ele não deveria estar ali.
Romeo avançou alguns passos para dentro, o olhar percorre