Depois de falar, ele baixou a cabeça e capturou os lábios de Marina com os seus.
Não importava quão intensamente ela resistisse, a ponta da sua língua habilmente encontrava caminho entre seus dentes.
Ele a beijava até ela amolecer como um gatinho, o deixando fazer o que bem entendesse.
Caio, com sua mão grande, acariciava o suave peito dela incessantemente.
De sua garganta, emergiam sons roucos e sedutores.
— Marina, você já está sóbria agora?
Marina, incapaz de se conter, concordou levement