Aurora foi conduzida por Heitor para fora da escola pelo portão dos fundos, passando pelo mesmo beco onde ocorrera o incidente três anos atrás.
O beco ainda estava em ruínas.
De vez em quando, se ouvia o miado de um gato de rua.
As luzes intermitentes da rua projetavam as longas sombras dos dois.
Aurora, ainda traumatizada por esse lugar, se segurou involuntariamente ao braço de Heitor.
Sua voz tremia de nervosismo.
- Heitor, por que você me trouxe aqui?
O rosto bonito de Heitor ganhava definiçã