ISABEL LINORES
Millie freou o carro bruscamente na entrada de emergência. Sem esperar que desligasse o motor, saltei e corri.
Cheguei ao balcão do setor financeiro derrapando no chão liso.
— Marta! — arfei, apoiando as duas mãos espalmadas no balcão. — Por favor, Marta...
A recepcionista, que já me conhecia dos meus plantões, arregalou os olhos por trás dos óculos.
— Isabel? O que aconteceu, menina? Você está pálida como um fantasma!
— Não mandem a minha mãe para a ala paliativa! —