STEPHANIE LINORES
O cheiro de mofo, suor e salgadinho barato daquele cybercafé na periferia me dava enbrulho. O teclado do computador à minha frente estava pegajoso, e as luzes fluorescentes piscavam de forma irritante. Mas eu suportaria qualquer coisa por algumas horas. O meu passaporte para a riqueza estava bem aqui, guardado no meu celular.
A porta do estabelecimento se abriu, e Simon entrou apressado, olhando para os lados, caminhou até a minha cabine e se jogou na cadeira ao lado.
— E e