ISABEL LINORES
Peguei o ônibus em direção ao hospital. Tinha um longo plantão pela frente e precisava colocar a minha cabeça no lugar, mas a mesma pergunta martelava no meu cérebro: se não foi meu pai quem pagou os sessenta mil dólares, quem foi?
Vesti o meu uniforme no vestiário feminino. Enquanto analisava as possibilidades de quem era a pessoa bondosa por trás daquele grande depósito.
O plantão começou agitado, como de costume, mas a minha atenção estava completamente dividida. Eu cumpr