LIAM KINGSTON
O silêncio dentro do quarto indicava que finalmente Mika havia pegado no sono.
Eu estava deitado no chão, de barriga para cima, encarando o teto com os braços cruzados atrás da cabeça. Fazia mais de três horas que as luzes haviam sido apagadas, mas eu estava bem acordado. Fingi dormir nas primeiras duas horas, cada movimento que Mika dava na cama acima de mim, chamava minha atenção. Ela suspirava de frustração, virava no colchão, chutava o edredom, depois puxava de volta e virava